Branding ou brand management (do inglês; em português, gestão de marcas) nada mais é do que um conjunto de ações voltadas para à gestão da marca de uma empresa. Como seu nome, sua linha visual, slogan e identidade como um todo.

A construção de uma marca forte depende, além das estratégias de marketing, de uma “imagem” condizente com seu discurso, e por isso, o branding trabalha para aumentar seu valor.

Mas, o que veremos de novo em 2019?

MARCAS CORAJOSA

O engajamento do público está mais difícil do que nunca, portanto, revisitar o papel do consumidor nos esforços de marketing é fundamental.

Após um ano de transformação global e turbulência política, 2019 verá as marcas se empenhando em apoiar uma causa para agir com intenção.

Com o propósito de ir além das roupas de protesto, as marcas tomarão ações silenciosas e às vezes corajosas.

Marcas corajosas levam com seus corações e herança, sacrificando os lucros potenciais para o propósito. Para apoiar os protestos anti-gun em todo o país, na esteira do tiroteio na escola em fevereiro de 2018, a Gucci doou US $ 500 mil para a causa, enquanto a Dick’s Sporting Goods parou de vender armas de assalto todas juntas.

Enquanto este movimento foi considerado controverso, a reação não impediu seus esforços. A marca também contratou lobistas anti-armas para alimentar ainda mais a luta pela reforma das armas de fogo nos EUA.

Em 2019, as marcas se tornarão mais políticas e voltadas para questões.

Enquanto os EUA se preparam para um buzzy circuito eleitoral em 2020 e o Reino Unido enfrenta uma situação incerta após o Brexit, perseguir o objetivo e agir sem uma agenda de busca de lucros será crucial para conquistar clientes de longo prazo.

EXPERIÊNCIAS

Empresas de sucesso com 30% ou mais de crescimento nos últimos dois anos também aumentaram seu comprometimento com eventos ao vivo, apontando para uma correlação entre marcas vencedoras e marketing experiencial.

Essa tendência continuará em 2019, com 62% dos profissionais de marketing aumentando seu orçamento para eventos ao vivo – 41% o consideram o principal canal de marketing.

As novas demandas dos consumidores, no entanto, irão deslocar o marketing de eventos de uma experiência de primeira pessoa indutora de hype para momentos mais significativos e satisfatórios.

Em 2019, as experiências vão além de atrações virais habilmente curadas. As marcas criarão espaços IRL para promover a conectividade e promover ações propositais.

Será menos sobre imagens sem sentido e mais sobre como oferecer um elemento de educação, construção de relacionamentos e descobrir um significado mais profundo além dos Likes superficiais.

As  marcas estimularão momentos sociais significativos que se estendem além dos eventos ao vivo. A marca de beleza australiana Fluff partiu para “transformar a selfie em sua cabeça”, persuadindo os fãs a sobrepor selfies com mensagens gentis antes de passá-los “para outras pessoas ou para o Instagram”

A Vitaminwater foi tão longe quanto desafiar os fãs a parar de usar celulares em 2019. A marca de bebidas criou um concurso que premiaria um fã de US $100 mil por viver por um ano sem um smartphone.

O NOVO DESIGN INCLUSIVO

Como resposta aos atuais desafios econômicos e sociodemográficos globais, o design inclusivo está abraçando um espectro mais amplo da diversidade humana, indo além da noção inicial de deficiência física e acessibilidade, rumo à diversidade emocional e psicológica.

Uma participação diversificada e mais ampla na prática do design, possibilitada pela inovação em tecnologia e comunicação, resultou em uma nova era de design inclusivo, na qual qualquer usuário pode criar e adaptar produtos que expandem as limitações e desafiam os preconceitos.

Novas cores e formas de ver o mundo vão influenciar ativamente a construção de marcas e identidades visuais. O impacto de uma sociedade pós-verdade foi sentido globalmente.  

Uma cultura em que idéias e decisões foram emolduradas, em grande parte, apelando à emoção, e não aos fatos, começou a crescer. Avancemos dois anos e estamos entrando na era pós-confiança.

E sua marca? O que tem feito para se adequar às mudanças tanto em relação ao branding quanto ao marketing digital? Deixe seu comentário aqui em baixo.