DIETA DIGITAL

Em uma sociedade cada vez mais digital, as distrações acabam debilitando nossa capacidade de atenção, refletindo diretamente nas relações humanas.

Mas, até que ponto essa sobrecarga de informação deixa de ser uma questão de conectividade e passa a ser uma questão de saúde, o equivalente digital do açúcar, do sal e da gordura para nossa mente?

SOBRECARGA DE INFORMAÇÃO

A sobrecarga de informação é uma realidade. Vivemos em um estado constante de distração.

Com coisas que nos roubam a atenção e notificações sem fim.A medida que a tecnologia aumenta, nossa capacidade de interação social caia drasticamente.

E por isso, algumas marcas buscam condições e experiências que estimulem a clareza mental e a escolha de produtos e serviços.

O Honeybrains é um restaurante de fast-food, em Nova York,  que quer alimentar o seu cérebro. Fundado pelo neurologista Alon Seifan, o objetivo do lugar é deixar você mais inteligente.

Além de pratos que ajudam a função cognitiva, oferece palestras sobre o bem-estar cerebral e tem um bar com mel orgânico. O foco é promover uma experiência experiência gastronômica que busca nutrir a mente. Interessante não é mesmo?!

SAÚDE DIGITAL

Parece brincadeira, mas, chegou a hora de equilibrar a sua dieta digital.  Mas como fazer isso? Através de uma abordagem mais humana e menos multitarefas.

À medida que buscamos combater o excesso de informação, vemos o surgimento de uma nova forma de gastar o tempo. Rastrear a nossa pegada digital permite fazer melhores escolhas on-line.

E assim, escolher melhor o que consumir. E perceber que, se quiser ter corpo e mente saudáveis, existem algumas tecnologias que podem ser usadas com frequências e aquelas que devemos evitar. Assim como na nossa alimentação.

Pense na sua capacidade de atenção como um recurso valioso e que precisa de cuidados a longo prazo. Em uma era de distração digital non-stop, uma abordagem mais cuidadosa do consumo on-line será o tema-chave do sucesso.

E AS MARCAS?

Mas, como as marcas podem ajudar nessa desconstrução sem perder espaço na vida do consumidor? É simples, oferecendo um refúgio para a sobrecarga sensorial. Como dissemos, não é deixar de consumir tecnologia mas, escolher melhor o que consumir.

Então, o desafio das marcas é manter-se na lista “saudável” dos clientes. Estimular o consumo consciente, mas também as experiências humanas e presenciais.

Pense em uma caixa de e-mails que controla o tempo que dedicamos a ela. Ou um telefone que avisa quando o desbloqueamos muitas vezes. Ou mesmo um aplicativo que atrasa a entrada de mensagens até que tenhamos terminado uma tarefa.

Ferramentas que criem alternativas mais saudável da dieta atual de junk food tecnológica. Que resgate a nossa mente do excesso.

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Fonte: wgsn