O EMPODERAMENTO FEMININO

As conversas sobre igualdade de gênero e empoderamento feminino foram ampliadas em 2018. À medida que as marcas e empresas se juntam a essa realidade, surgem estratégias para defender autenticamente a causa.

Mas, quais as mudanças que podem gerar um impacto real e social sobre a comunidade? O que as marcas podem fazer para mostrar ao consumidor um propósito maior?  E como isso tem afetado o consumo em escala global?

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IGUALDADE DE GÊNERO

De acordo com uma pesquisa de 2017 do Facebook IQ, 51% das mulheres e 45% dos homens preferem marcas que promovem a igualdade de gênero.

E destes, 67% disseram que avaliam toda a publicidade e conteúdo de marketing de uma marca, antes de segui-la numa rede social e até mesmo consumir algum produto e/ou serviço.

Isso reflete bem, como a diversidade se tornou imperativa para o sucesso futuro de muitas empresas, e, vai além de simplesmente anunciar uma mensagem com enfoque no contexto atual.

É ter posicionamento real, ser ética em sua comunicação e respeitar o consumidor.  

Com isso, um outro estudo da McKinsey, confirmou que marcas que se posicionam sobre diversidade de gênero tendem a ter maior desempenho financeiro. Principalmente com as gerações mais novas, Y e Z – que são o futuro do consumo no mundo.

EMPODERAMENTO JÁ

Seguindo o movimento dos últimos anos, que empodera a mulher não somente no que diz respeito a estética, mas nas esferas social, político e econômica, algumas marcas estão reformulando sua abordagem para narrativas culturais mais amplas que inclui tópicos como positividade corporal e feminismo.

Em junho deste ano, uma marca de aparelhos de barbear mundial criou uma campanha que celebra os pêlos do corpo ao invés de escondê-lo. Apresentando  imagens de mulheres orgulhosamente exibindo sua perna, axilas e sobrancelhas com pêlos.

Isso não impediu a marca de ampliar seu público. Pelo contrário, com uma construção pautada pela liberdade de escolha, a empresa mostrou seu posicionamento e, colocou as mulheres na posição de escolha – que é a grande sacada.

O empoderamento vai além de questões estéticas e visuais. É a construção de um sentimento de empatia nas marcas, que permite um diálogo político, econômico e social.

Promover espaços seguros para mulheres ou impedir que a insegurança exista.  Explorar a real defesa dos direitos e igualdade de gênero. Criar estratégias a longo prazo para acabar com a violência contra a mulher. São só alguns exemplos.

As marcas podem ter voz ativa e ajudar na reconstrução de uma sociedade com indivíduos empoderados, otimistas e sonhadores. Com um empoderamento real, ético e inclusivo, porque não?!

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