Aglomeração, vibe positiva, amigos reunidos e diversão. Essa realidade era comum para muitos. Mas, diante do novo cenário de eventos após COVID-19, a mudança foi intensa. 

Um dos primeiros mercados atingidos pelas restrições decorrentes da pandemia foi a área de eventos e shows, responsáveis por agregar os mais diversos públicos e segmentos artísticos. 

Neste post, vou detalhar um pouco dos efeitos, possíveis cenários, o recomeço da nova era de eventos e da rede de entretenimento que será desenhado no futuro. 

Efeitos e restrições

Devido ao alto poder de disseminação do novo coronavírus, as restrições de isolamento foram impostas à sociedade como principal meio de evitar o contágio desenfreado do vírus por meio da aglomeração.

A partir disso, começam os impactos nos setores de entretenimento mundial. Eventos cancelados, suspensos ou adiados, crises nas produtoras, reembolso dos ingressos já pagos. 

Um grande transtorno e preocupação surge para quem trabalha em promover momentos de alegria para seu público. Além disso, medidas inovadoras tiveram de ser implementadas para cobrir esse déficit. 

Outros setores também foram irradiados com as tais medidas, como os de aviação e hotelaria, que sofreram com os pedidos de cancelamento ou reembolso dos pacotes previamente adquiridos pelos clientes. 

Surge então um caos generalizado, da noite para o dia, que ocasionou grande queda da renda da população e promoveu um forte impacto nos produtos e serviços de diferentes segmentos. 

Cenários para os próximos anos

Diante disso, qual a visão que se pode apegar para sair de uma crise com tamanha proporção? Quais dimensões a pandemia vai alcançar? Qual o momento ideal para o retorno dos eventos, shows, palestras? Enfim, tudo que quebre o isolamento social.

O momento é muito delicado para responder com propriedade, mas há várias especulações, estudos, análises e projeções sendo tomadas para embasar os próximos cenários do segmento. 

A primeira delas seria mais otimista, de acordo com Alan Adler, presidente e CEO da IMM, ocorria em outubro deste ano ou começo de 2021. A volta seria mais intimista e com um baixo nível de aglomeração. Eventos de grande porte teriam pouca força e seriam retomados aos poucos. 

As preocupações e restrições seriam altamente tomadas com a devida higienização, a fim de seguir com rigor as recomendações e segurança estabelecidas para manter baixo o contágio da COVID-19. Mas, mesmo com todo cuidado necessário, será necessário obedecer ao perfil do momento. 

Já no segundo cenário, projeta-se uma volta mais a médio e longo prazo, somente a partir de 2022. Neste caso, a volta já ganharia mais força e aderência do público cedendo de diversão.  

Mas, a imprevisibilidade é certa nos dois cenários. O cenário atual só por nos permite estabelecer meios de entretenimento condizentes ao isolamento social. E é o desafio que os grandes produtores mundiais estão enfrentado. 

O Recomeço pós COVID-19

A verdade é que a nossa realidade mudou, o mundo mudou. É como se estivéssemos com uma folha em branco e todo conceito de como promover um evento de sucesso tivesse de ser redesenhado para um futuro incerto. 

E o que fazer diante do imprevisível? Cruzar os braços? Esperar o tempo passar? NADA DISSO! É o momento de se reinventar. 

Como já ouvimos muitas vezes: “São nos momentos mais difíceis que surgem as melhores ideias e soluções.” E assim está sendo feito. 

A cada dia, as Lives, eventos on-line, entretenimento em mídias digitais ganham mais força e aderência do público, patrocinadores e artistas. 

Esses novos formatos, que permitem deixar o momento um pouco mais leve nos lares, favorecem àqueles que não podiam estar presentes nos eventos e também agradam, de certa forma, aos que sempre ali estavam. 

Além de voltar a movimentar, de forma lenta e gradual, o mercado, os novos modelos de eventos digitais estão sendo fonte de ajuda aos mais necessitados e afetados pela pandemia. 

Esse viés de eventos sociais e de sustentáveis estão tendo uma grande aderência da população e das empresas de diferentes ramos.   

Mesmo com tantas dúvidas, medos e incerteza, uma coisa é certa: o segmento terá de se unir cada vez mais para alcançar um maior engajamento e destaque gradativo ao decorrer da crise causada pela, COVID-19. 

Será necessário fortalecer parcerias, apostar na alta tecnologia, contratar bons fornecedores, oferecer diferentes experiências e interações e, acima de tudo, ressaltar os valores de solidariedade e empatia. 

Hoje, não cabe a nós traçar ao certo uma linha da nova realidade. Mas, a mudança que almejamos para o futuro só depende das nossas atitudes do presente. 

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